Como conseguir estágio na área de T.I Janeiro 6, 2009
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Por Giuliano Bortoluci* - www.administradores.com.br
É engraçado como a nossa visão muda em relação à área em que desejamos atuar quando nos encontramos na faculdade. Muitas pessoas pensam que “sobram” vagas no mercado de Tecnologia da Informação, mas depois descobrem que, como qualquer outro ramo, esse segmento é competitivo e exige alta qualificação para que o profissional se destaque.
Uma área específica como essa exige investimentos na carreira para que os candidatos encontrem uma boa oportunidade de emprego ou estágio. Cursos extra-curriculares para especialização e conhecimento da língua inglesa já são grandes diferenciais e colocam o candidato um passo à frente de seus concorrentes que não estão no mesmo patamar e que correm o risco de ficar fora do mercado por conta disso.
Uma pesquisa realizada este ano por uma consultoria de Recursos Humanos revelou que o país é o maior investidor em estágio da América Latina, porém, os brasileiros são os menos qualificados no mercado internacional devido a falta de conhecimento. É notável que aqueles que não investem em si mesmos encontram uma grande dificuldade de se colocar no mercado de trabalho e, dessa maneira, adquirem pouca experiência para atuar na área, possuindo os menores salários.
O estágio tem papel fundamental durante os anos da formação acadêmica e na carreira de um profissional porque coloca o universitário em contato direto com os desafios da profissão e esse é o melhor momento de aprendizagem para o jovem. E para os que almejam vagas em TI, sugiro algumas formas para chegar lá:
• Especialize-se – No mercado de trabalho não há espaço para “genéricos“. Já decidiu em que área irá atuar dentro da profissão que escolheu? Se sim, não cruze os braços e vá em frente. Procure cursos que possam aprimorar seus conhecimentos e trazer novidades que serão importantes para sua carreira. Se ainda não sabe exatamente o que vai fazer, não perca tempo! Vá atrás de profissionais experientes e professores para solucionar suas dúvidas e dar uma melhor direção ao seu caminho;
• Dinheiro não é problema – É verdade que alguns cursos são pagos, e alguns até bem caros, mas não é a falta de renda que irá pará-lo. Existem cursos de especialização oferecidos pelo Governo ou então por empresas que dão descontos e que podem ajudá-los nessa empreitada. Aproveite também as palestras ministradas na própria faculdade, elas são importantes para o seu know-how. Além disso, vale lembrar que vivemos nos tempos da informação. Utilize-se de ferramentas de busca e aprendizado on-line para ganhar tempo e conseguir diferenciar-se de seus concorrentes; e
• Estude, não pare de aprender – O curso de graduação é um ótimo caminho para aprender na teoria e na prática o que realmente acontece mercado afora. Porém, o profissional diferenciado é aquele que vai além do que lhe é entregue nas mãos; ele vai atrás de mais informações e dá passos adiante e independentes. Procure fazer isso, estude e adquira o máximo de conhecimento necessário, isso faz muita diferença em uma entrevista de estágio e, com certeza, chamará atenção do seu recrutador!
*Giuliano Bortoluci é Diretor de Comunicação do Site Estagiários.com.
O profissional de TI pode virar uma commodity? Janeiro 5, 2009
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Por: Celso Poderoso*
Algumas empresas parecem utilizar mão-de-obra como se fosse uma commodity. Isso é observado com alguma freqüência em TI. Muitas empresas contratam e demitem funcionários como se fossem produtos, ou seja, enquanto são novos e dão bons resultados, os funcionários têm emprego garantido. Se estiverem desatualizados ou velhos, são rapidamente descartados.
Embora isso ocorra em algumas empresas no Brasil e no mundo, nota-se que há um grande equívoco neste tipo de interpretação. Alguns dizem que se uma pessoa não consegue emprego é porque não é um “produto competitivo”. O problema, portanto, pode estar relacionado com qualquer dos fatores que influenciam na venda de produtos, como marketing, embalagem, preço ou falta de qualidade. Como em qualquer outro mercado, o vendedor é que escolhe estes elementos para que alguém o consuma. Portanto, caso não se consiga um emprego, pode ser que algum destes fatores esteja com problemas.
Sem discordar completamente deste argumento, nota-se que ele é, no mínimo, incompleto. Se é certo que as empresas não querem mais treinar e/ou retreinar seus funcionários (especialmente na área de TI), também é sabido que, para se realizar trabalhos de qualidade, é necessário ter um bom nível de maturidade nos processos. Daí a importância de uma formação para o mercado de trabalho com alto grau de especialização para solução dos problemas da empresa. Da mesma forma, sabe-se que não se atinge bons níveis de maturidade apenas com “sangue novo”. É necessário ter pessoas que conheçam os procedimentos e saibam aplicá-los com qualidade. Portanto, a experiência é muito importante.
Conversando com alguns colegas que já possuem bastante tempo de atuação nesta área, pude notar algumas argumentações interessantes. Sempre costumo falar sobre a falta de mão-de-obra especializada em TI e a quantidade de vagas sobrando à espera de bons profissionais. Um destes colegas me questionou dizendo que ele, apesar de toda experiência, teve que trocar de função para sobreviver. Com um pouco de conversa, notei que a coisa não é bem assim. Ele teve oportunidades de trabalho, até mesmo em grandes empresas. Porém, ele teria que trabalhar de noite e sua idade lhe permitia optar por não mais fazer isso.
Fica claro que o problema não está na oferta de trabalho, e sim no estágio no qual o profissional se encontra. É natural que aquele que procura uma oportunidade de trabalho tenha condições de atender àquele que quer contratar. Do contrário, por melhor que seja o “produto”, o “comprador” não se interessa. Um jovem, cursando ou recém-saído de uma faculdade, com certeza aceitaria a proposta imediatamente.
Às vezes vemos uma coisa e enxergamos outra. Muitas vezes as empresas preferem contratar mão-de-obra mais nova porque o jovem tem a disponibilidade que o experiente não tem. Isso não pode ser comparado com a questão da commodity. Mas é importante que cada profissional saiba “vender” e valorizar muito bem seu “produto”, mantendo-o bonito, de fácil acesso, atualizado e sintonizado com o mercado.
*Celso Poderoso é mestre em Tecnologia, especialista em Sistemas de Informação e economista. É diretor de relações internacionais e coordenador dos cursos de graduação tecnológica da FIAP.
FELIZ NATAL e FELIZ 2009! Dezembro 24, 2008
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A equipe do Blog Fala TEC deseja a todos um Feliz Natal e um próspero ano novo!
Muita saúde, paz e conquistas para 2009!
Daremos uma pequena parada para recarregar as energias, entre os dias 25/12/2008 e 05/01/2009.
UFSCar oferece curso superior de TI à distância Dezembro 23, 2008
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Fonte: Carriras de TI
Essa você não pode perder: se você tinha aquele sonho de estudar numa universidade de renome, mas não tinha encontrado oportunidade devido à distância, custos de deslocamento, conflito com o horário devido ao emprego, etc, a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) aparece como boa opção para você: são 650 vagas distribuídas entre 5 cursos de graduação:
- Sistemas de Informação
- Engenharia Ambiental
- Educação Musical
- Pedagogia
- Tecnologia Sucroalcooleira
- Tecnologia Sucroalcooleira
O curso é composto também de aulas presenciais a serem ministradas aos fins de semana nos pólos de apoio, que no caso do curso de Sistemas de Informação, ocorrerão em Itapevi, Jandira, Osasco, São Carlos e Tarumã, todos em São Paulo.
Mas caso tenha interesse terá que correr, pois as inscrições estarão abertas até 9 de janeiro. Que tal ter um currículo “federal“? Divulgue para seus amigos, notícias como essas não merecem ficar escondidas.
Às vezes demoro um pouco para postar aqui, mas espero que na maioria das vezes valha à pena seus poucos, porém preciosos minutos investidos ao ler estes artigos.
Para mais informações, inscrições, acesse o site da Vunesp e o IDGNow.
Campanha da Cobra Tecnologia fortalecida Dezembro 22, 2008
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Fonte: Portal Fenadados
No último dia 17, houve mais uma reuião entre os representantes dos trabalhadores e os da Cobra Tecnologia, no Rio de Janeiro.
A empresa continuou com sua postura, ou seja, manteve o desrespeito.
Durante o processo negocial houve de tudo um pouco: demissão de trabalhadores, propostas de redução de direitos, ataques aos representantes dos trabalhadores questionando sua representação, assédio moral coletivo.
Enquanto ocorria a reunião, os trabalhadores, reunidos em assembléia permanente, aguardavam o resultado.
Mostrando espírito de luta e união, rejeitaram mais uma vez a proposta de empresa e reafirmaram a continuidade do dissídio coletivo.
Sindpd-RJ – A FENADADOS parabeniza a direção do Sindpd-RJ, especialmente na pessoa do coordenador de negociação Sérgio Barros (Serjão), por todo empenho e comprometimento ao assumir a representação dos trabalhadores da Cobra Tecnologia, após um longo período em que a base estava sem representação estadual.
Para a Federação, este é um fato histórico, vez que foram os próprios trabalhadores da Cobra que aprovaram esta decisão classista sobre o assunto.
Para ler mais clique no seguinte link:
http://www.sindpdrj.org.br/principal/not_sindpd.htm#sindpdrj
Como escolher uma boa faculdade na área de TI? Dezembro 19, 2008
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Fonte: Carreira de TI
É muito comum vir aquela avalanche de dúvidas quando se pretende iniciar um curso de nível superior na área de Tecnologia.
Por vários fatores, entre eles a qualidade dos professores, o fato de ser gratuito, fazem de uma vaga numa universidade pública federal ou estadual um sonho de muitos, em vez dos caros cursos em universidades privadas, dos quais grande parte deles de qualidade no mínimo duvidosa.
Talvez você seja como eu, que não teve oportunidade de fazer um curso de nível superior em uma universidade pública. Mas não se desespere. Faculdade nenhuma é garantia de sucesso, apesar de o nome de algumas contar bastante para quem está começando. Ainda assim é possível fazer um bom curso num faculdade paga, algums cursos extra-curriculares e se diferenciar fazendo bom uso dos excelentes recursos de aprendizado disponíveis gratuitamente na web como os que tantos blogueiros tem generosamente disponibilizados.
Pontos a considerar antes de escolher a faculdade/universidade:
Você é experiente na área de Tecnologia?
se não, e tiver a opção de brigar por uma vaga em uma universidade pública estadual ou federal, faça isto. Uma universidade desse nível vai certamente lhe abrir boas portas.
Agora, caso já seja experiente, a faculdade tem um peso menor até porque o que importa para quem contrata é a competência e experiência. Conheço gerentes em tecnologia com vasto conhecimento e ainda estão terminando a faculdade. Pode-se então escolher uma faculdade particular, porém alguns cuidados devem ser tomados antes.
Observe esses pontos:
O curso da faculdade escolhida tem reconhecimento do MEC?
Esta é uma questão fundamental antes de você resolver se matricular. Quando uma faculdade inicia um novo curso, ela consegue uma autorização de funcionamento por parte do MEC para esse novo curso. O que acontece é que poucos dão essa informação corretamente ao futuro aluno, ou por má fé ou mesmo ignorância do atendente da faculdade. Nem sempre uma faculdade que conseguiu autorização para abrir um curso, conseguirá reconhecimento do MEC para esse mesmo curso, mesmo que tenha outros cursos já reconhecidos anteriormente. Peça uma formalização da faculdade quanto a isso, pra depois não ter que ouvir que você “entendeu errado”…e não confie em coisas do tipo “estamos em processo de reconhecimento…”, pois você pode terminar o curso e ficar de mãos abanando esperando terminar esse processo sem fim.
Isso mesmo…autorização e reconhecimento são coisas diferentes. O reconhecimento é posterior a autorização e é o mais importante. Sem ele você não pode, por exemplo, ter um registro CRM caso se forme em Medicina. Resultado: não pode exercer a profissão sem essa credencial enquanto a faculdade não conseguir o reconhecimento..se conseguir, é claro.
A faculdade fica longe pra mim?
Mais um ponto que muitos acabam ignorando na hora de decidir. Se seu problema é custo, uma condução que você tem que pegar a mais pode subir bastante seu gasto no final do mês em comparação com o valor que seria pago em outra faculdade. Outra questão é o tempo. Esse é imensurável em termos de valor. Um tempo maior de deslocamento aumenta nosso desgaste e consequentemente comprometendo o seu aprendizado.
Faculdade ou Universidade?
Isto tem mais a ver com estrutura física. Se a avaliação do curso pelo MEC é boa, pode ir sem medo porque essa avaliação engloba a estrutura da faculdade. Aliás algumas grandes universidades (em termos de tamanho) tem péssimas avaliações pelo MEC em muitos de seus cursos, por isso não se iluda com o tamanho ou se investe em comercial de TV.
Infra-estrutura da escola
Conheça os laboratórios de informática da faculdade e bibliotecas. Não se iluda com preço baixo de mensalidade, se você terá que comprar muitos livros
durante o curso porque os livros de TI são da década de 80. Você vai procurar um livro de MS-Access e aparece na pesquisa do sistema: Lançamento! Access 97
fuja!!!
Nível Técnico e acadêmico dos Professores
Solicite por escrito da faculdade o nível acadêmico dos professores. Com o recorde de abertura de cursos em faculdades particulares e a concorrência predatória na busca por alunos, forçando um achatamento de preços nas mensalidades, as faculdades tentam a qualquer custo empurrar o prejuízo para aluno, e uma das formas de fazer isso é contratar professores com baixos salários, de qualidade duvidosa. Mais uma vez quem perde é você.
Enfim…Leia o contrato, pelo amor de Deus!
Sei, isso é chato demais, mas verifique sobre as informações essenciais, se realmente estão formalizadas em contrato, como a infra-estrutura que a faculdade promete, taxas de juros em caso de atraso de pagamento e outras que julgar importante. O contrato é sua arma de defesa. Ou pode ser seu maior inimigo se não o leu direito.
Postura profissional: a fórmula para não perder o foco e crescer Dezembro 18, 2008
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Por: Hélio Terra*
Há algum tempo li uma entrevista de Paulo Autran e Fernanda Montenegro, dois conceituados atores brasileiros, na qual eles garantem que, mesmo após anos de experiência atuando em teatro, ainda sentem “aquele friozinho na barriga” todas as vezes que sobem ao palco. Ambos concordam que cada apresentação é capaz de fazê-los reviver as emoções do primeiro dia de trabalho. Sorte a deles!
Se todos os profissionais que estão seguros de que “sabem tudo” deixassem sentir esse frio na barriga e se permitissem confessar que isso é sinal de aprendizado e que aprender sempre é fundamental, muitas carreiras seriam salvas.
O profissional que acredita já saber tudo acaba se fechando para conhecer coisas novas e muitas vezes se torna arrogante e desatualizado. No chamado mundo corporativo, ninguém é insubstituível; portanto, dar o melhor de si e buscar sempre mais para crescer na carreira é o mínimo que todo profissional deve fazer.
Temos exemplos claros na história de nosso país de pessoas ou até mesmo equipes que fracassaram por confiar demais na experiência adquirida na profissão e deixarem de fazer seus trabalhos com o mesmo empenho que faziam no começo da carreira. Gente que achou que era impossível errar e depois teve de aprender com os erros.
Na partida da seleção de vôlei brasileira com a Venezuela nos Jogos Panamericanos, por exemplo, foi possível enxergar um exemplo claro disso. A seleção brasileira entrou na quadra extremamente confiante de que o jogo estava ganho e não deu o melhor de si, talvez por acreditar que a equipe venezuelana, considerada fraca, não demandasse tanto esforço. Resultado: no primeiro set, houve momentos em que o Brasil perdia por quatro pontos de diferença.
Após alguns conselhos de Bernardinho, o técnico do time, a seleção finalmente se acertou e acabou vencendo a equipe adversária. Nesse caso, houve tempo de reverter a situação e acordar para a realidade dos fatos. A mudança de postura dos jogadores brasileiros e também as dificuldades do time venezuelano ajudaram a seleção a garantir o ouro e brilhar.
Há situações, no entanto, em que a arrogância deixa os profissionais cegos e faz com que eles percam oportunidades brilhantes. Na Copa da Alemanha, em 2006, o Brasil era o favorito. Todo mundo queria ver Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Roberto Carlos, Robinho e outros craques brasileiros jogarem. A seleção deixou a desejar e não chegou nem ao menos à final do mundial. Recentemente, Ricardo Teixeira, Presidente da CBF, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que muitos jogadores se apresentavam nas concentrações mostrando ter abusado de bebidas alcoólicas ao voltarem do período de folga. A questão é: onde estava o comprometimento desses atletas? Onde estava a postura profissional? O “estrelismo” subiu à cabeça e fez com que craques admirados pelo mundo inteiro entristecessem sua pátria e causassem revolta em muita gente. Nesse caso, não teve como voltar atrás, e quando o time finalmente acordou já tinha perdido a Copa.
Vale mencionar profissionais que fazem a diferença por sua garra e determinação e que, apesar de não terem alcançado a vitória, deram o melhor de si até o final. É o caso da ginasta Daiane dos Santos, que, mesmo machucada e praticamente fora da competição, surpreendeu todos anunciando que iria competir e fez uma excelente apresentação. Ela mostrou a que veio e foi aplaudida e aclamada pela platéia, que reconheceu o esforço feito por ela para estar ali e representar o País. Daiane teve uma lesão no tornozelo e acabou deixando as competições dias depois, por ordem médica, mas sua atitude, sua postura, seu entusiasmo e seu empenho só fizeram com que ela fosse ainda mais admirada pelos brasileiros.
A postura do profissional é um fator decisivo em sua carreira. Se ele tiver atitude e souber entender a importância de fazer o melhor trabalho e dar cada vez mais o melhor de si, sem se acomodar com o que já conquistou, só terá a ganhar.
O friozinho na barriga não deve ser encarado como medo, covardia ou insegurança, mas sim como impulso para aprender com entusiasmo e se superar cada vez mais.
Hélio Terra, formado em Ciências Contábeis e Atuariais com pós-graduação em Harvard, é presidente da Manager Assessoria em Recursos Humanos.
E-mail: helioterra@manager-rh.com.br
Melhore seu currículo de TI e esteja preparado para o mercado Dezembro 16, 2008
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Por: Taciana Giesel
Não tem jeito, por mais que você seja um Einstein em programação e informática é preciso saber como escrever suas habilidades e conhecimentos no seu currículo. Parece uma tarefa fácil, mas seu currículo revela muito sobre você. A organização, o design utilizado, a escrita, o bom português, as verdades e mentiras sobre si mesmo (como ser fluente em inglês, por exemplo!) tem muito peso na hora de uma seleção e pode garantir a vaga de trabalho tão almejada.
Confira algumas dicas dadas pela revista Info Online
Elabore mais de um currículo
Os consultores de recursos humanos recomendam que o profissional prepare mais de um currículo para atender a diferentes situações. Se conhecer os requisitos da vaga, deve ressaltar as habilidades e experiências relacionadas com eles.
Apresentação
Seja breve, claro e, ao mesmo tempo, abrangente. Coloque as informações mais importantes sobre a formação e a vida profissional de forma lógica e organizada, para facilitar a leitura. Evite fontes de letras muito pequenas ou cheias de firulas e o excesso de palavras grifadas
Objetivo e Perfil
Decida exatamente o que você quer fazer — a área em que quer atuar ou a posição desejada — e coloque isso como objetivo, logo no início. Esse item facilita a vida de quem vai ler o currículo e, por isso, deve vir após a identificação pessoal — que deve conter apenas seu nome, endereço completo, telefone, celular e e-mail.
Histórico profissional
Essa é a parte mais importante do currículo. É onde você deve colocar os projetos de que participou. Comece sempre pelo último emprego, mencionando o nome da empresa, o período em que trabalhou nela e o cargo ou as funções que exerceu. Se não for conhecida, convém acrescentar uma breve descrição sobre ela (área em que atua, faturamento ou origem). Ressalte a sua contribuição nos resultados positivos que a empresa possa ter obtido.
Formação e idiomas
A formação acadêmica deve conter os cursos de graduação, pós-graduação, MBA e de especialização — só os relevantes para a carreira. Além do nome do curso, é preciso colocar o nome da instituição e o período em que foi feito. Cursos fora do Brasil e as certificações profissionais também devem ser mencionados.
Dependendo da empresa, o conhecimento de outras línguas — em especial, o inglês — é essencial.
Como mandar
O currículo pode ser enviado por correio ou por e-mail, de preferência acompanhado de uma breve carta (ou mensagem) de apresentação, mencionando a pessoa que o indicou — caso tenha uma referência — ou se está respondendo a um anúncio de emprego. Outra opção é mandar o currículo diretamente para o banco de dados da empresa, por meio do seu site. Em alguns casos, é recomendável ter também uma versão em inglês
Nós vamos para o Campus Party e você? Dezembro 15, 2008
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Por: Taciana Giesel
A equipe do Blog Fala TEC vai participar do maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo – a Campus Party 2009. O evento reúne todos os anos, desde 1997, milhares de participantes que compartilham informações, curiosidades, trocam experiências e realizam todo tipo de atividade relacionada à tecnologia, informática, entretenimento em rede, entre outras.
O evento será de 19 a 24 de janeiro e nós da equipe do Blog Fala Tec estaremos lá cobrindo as novidades do mercado tecnológico!! E você, vai participar da Campus Party? Ainda dá tempo, as inscrições ainda estão abertas e a dica é participar das caravanas oficiais do evento para ficar isento do valor da inscrição!!!
Participe!!
Vagas na Web para profissionais de TI Dezembro 12, 2008
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Por: Taciana Giesel
O Blog “Vagas na Web” é um excelente caminho para quem busca oportunidades de emprego. Atualizado constantemente o blog publica quais empresas estão contratando nas áreas de TI, análise de sistemas, desenvolvimento, entre outras.
Quem estiver procurando emprego na área de webdesigners, webdevelopers, programadores ASP ou PHP, HTMLers e gerente de projetos, vale a pena conferir!